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Empresas precisam preparar funcionários para agir sob pressão

O mercado vive bom momento, mas as empresas precisam assumir o papel de preparação de seus funcionários para diversas situações

- 04/06/2013

A velocidade das informações no mundo atual exige que os profissionais e as empresas possam tomar atitudes em tempo real. Mas, além da agilidade, demanda-se que as decisões a serem tomadas sejam eficazes. Segundo a Ekoá Jogos Empresariais, alguns parâmetros podem ajudar muito em um momento definitivo.

Para Monclair Cammarota, coach credenciado pela Federação Internacional de Coaching e diretor executivo da Ekoá Jogos Empresariais, a primeira atitude antes da busca de uma solução é explorar diferentes pontos de vista sobre a mesma questão. “É muito provável que existam várias versões sobre o mesmo fato ou vários interesses. Para tomar a melhor decisão é importante entender as diferentes partes, mesmo que nem todos concordem”, explica.

Em seguida, outro parâmetro é ter em mente quais são os objetivos a serem atingidos e qual o impacto dessa decisão em relação às metas. Por último, é necessário saber quais condições obrigatoriamente precisam ser atendidas, já que muitos quesitos são desejáveis, mas podem ser suprimidas em relação a outras demandas que necessitam ser atingidas. O Brasil vive um momento favorável em relação à empregabilidade, mas muitos funcionários, em uma situação extrema, não possuem um poder de reação rápida.

“Esse é um desafio imenso que as empresas vivem. As corporações precisam assumir um papel de formadoras de força profissional e, por isso, é muito importante criar um ambiente de aprendizagem convidativo para, assim, atrair o interesse de seu público”, aponta Cammarota. A Ekoá, em seus jogos, fornece as ferramentas e os desafios para que os participantes desenvolvam o caminho e ensina eficiência construindo barcos sustentáveis, ensinamos trabalho em equipe construindo pontes, delegação e acompanhamento na guerra e persistência através de corridas.

Uma equipe é um sistema completo e cada um consiste em uma engrenagem. Para que as decisões sejam tomadas de forma rápida, os colaboradores precisam estar alinhados. “O jogo tem a capacidade de ensinar de forma abrangente, abarcando cognição e comportamento. É possível criar simulações de situações reais e assim os profissionais podem se experimentar em um ambiente controlado. Além disso, é possível treinar profissionais em um ambiente completamente diferente daquele que ele trabalha e trazendo desafios análogos aqueles que ele enfrenta no dia-a-dia”, completa Cammarota.

Quanto aos erros, eles são inerentes à vida e podem acontecer independente do tamanho ou tempo de vida da instituição. É importante desmitificar as falhas como algo a ser evitado a qualquer custo e punido com rigor. “Empresas que não erram, não arriscam o suficiente. Contudo, cada erro precisa levar a um aprendizado para que não se continue errando igual”, observa o diretor executivo. O gestor deve utilizar a regra da rapadura: doce com as pessoas, duro com os problemas. O superior deve criar um ambiente leve, pois já há uma tensão natural ao se tratar de erros e responsabilidade.

Fonte:- Ekoá Jogos Empresariais – Com cinco anos de mercado, a Ekoá Jogos Empresariais atende empresas de médio e grande porte com soluções no formato de jogos customizados para desenvolver competências específicas de equipes. Genuinamente brasiliense, a empresa tem a capacidade de dar uma devolutiva individualizada para cada participante, mesmo treinando grupos de mais de 100 pessoas. Já treinou organizações como Banco Mundial, Banco do Brasil, Infinita, Sest/Senat, CNT, entre outras. No Distrito Federal, é a única empresa especialista na metodologia de utilização de jogos empresariais.

Publicado por: Paulo Walter

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