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Albely Lesnau

Energia Solar

Albely Lesnau

 

Marcas da Manutenção

Alô a todos!
Fugindo um pouco do assunto, mas nem tanto!
Fizemos uma pesquisa agora no segundo semestre e obtivemos alguns dados interessantes a respeito de locação de máquinas e equipamentos.
Como por vezes, nas implantações de sistemas fotovoltaicos há a necessidade de locação de equipamentos, resolvi postar estas informações.

Segue link abaixo:
Marcas da Manutenção – Pesquisa 2017

Ah, o próximo post será sobre a locação de ANDAIMES!
Grande abraço a todos!
Albely Lesnau
(41) 992 658 648
albely@creapr.org.br

17/11/2017
Marcas da Manutenção" addthis:description="Uma breve demostração a respeito do mercado de locação de equipamentos e de geradores.">

Eficiência Energética e Iluminação Pública

Alô a todos!
Saiu uma postagem interessante no site do Procel (link abaixo) aonde se comenta a respeito do grande problema das prefeituras, pois, segundo afirma o texto, a conta de energia elétrica é a segunda maior despesa das prefeituras!
Vale então ressaltar a necessidade de estudos e, mais que isso, a implantação de uma nova política de consumo de energia, segundo temos afirmado:
a) Iluminação;
b) Equipamentos; e
c) Geração distribuída (micro-geração).

Este é o caminho para a redução de consumo e consequentemente de despesas nas prefeituras.

http://www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID=%7B8D1AC2E8-F790-4B7E-8DDD-CAF4CDD2BC34%7D&params=itemID=%7BBF0A4E12-6527-48DA-8321-2F24AA15DB1F%7D;&UIPartUID=%7BD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7D

Grande abraço a todos!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3095-9001

07/12/2016
Eficiência Energética e Iluminação Pública" addthis:description="Alô a todos! Saiu uma postagem interessante no site do Procel (link abaixo) aonde se comenta a respeito do grande problema das prefeituras, pois, segundo afirma o texto, a conta de energia elétrica é a segunda maior despesa das prefeituras! Vale então ressaltar a necessidade de estudos e, mais que isso, a implantação de uma nova […]">

Crescimento da Energia Solar no Paraná

Alou a todos!
As notícias sobre o crescimento da planta instalada de Geração Distribuída Solar não param de crescer, assim como a energia gerada!
A última notícia que vi daqui da região (https://www.bemparana.com.br/noticia/476499/geracao-de-energia-solar-cresce-600-no-parana-em-um-ano) informa sobre um crescimento no número de ligações aqui no Paraná de 600% .

Este é um número incrível, demonstrando que sim, nós temos potencial!
O grande problema ainda são os tributos, pois com a isenção do ICMS o pay-back de um sistema instalado seria ainda menor, viabilizando ainda mais os sistemas.

Outro ponto importante na reportagem é a informação com relação ao potencial de geração, maior que o da Alemanha, um dos maiores produtores mundiais. Outra reportagem, do mesmo site, cita o potencial de Curitiba (ou Chuvitiva, como muitos chamam), também maior que o daquele país, mas “somente” 48% maior.

A conclusão que chegamos é: Sim, a Geração Distribuída é um caminho sem volta. Eu particularmente creio que todos nós ainda vamos ter um sistema, seja em casa ou em nossa empresa.

Um grande abraço!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 992-658-648

29/11/2016
Crescimento da Energia Solar no Paraná" addthis:description="Alou a todos! As notícias sobre o crescimento da planta instalada de Geração Distribuída Solar não param de crescer, assim como a energia gerada! A última notícia que vi daqui da região (https://www.bemparana.com.br/noticia/476499/geracao-de-energia-solar-cresce-600-no-parana-em-um-ano) informa sobre um crescimento no número de ligações aqui no Paraná de 600% . Este é um número incrível, demonstrando que sim, […]">

Usinas solares flutuantes

Alô a todos.
Hoje deparei-me com uma reportagem muito interessante no Jornal da Unicamp: Uma tese de Mestrado apresentada estuda a viabilidade de usinas solares fotovoltaicas instaladas sobre as áreas inundadas em represas no Brasil.
É interessante notar o número que a pesquisadora achou: se 8% das áreas inundadas for coberta por placas FV, 70% da demanda seria atendida.
Particularmente acho o número MUITO otimista, mas a solução estudada é o que vale comentar: É realmente uma boa idéia. Assim como os telhados, a área inundada pode ser aproveitada, não com cobertura de 100%, pois haveria impactos ambientais, mas se cada área inundada tivesse um percentual (que tal 10%?) com placas fotovoltaicas, a geração seria muito bem aproveitada. Até mesmo utilizando a infraestrutura de distribuição já instalada para a usina hidroelétrica, até mesmo economizando água no período de seca nos horários de geração fotovoltaica.
Que tal algum político inteligente propor uma obrigatoriedade desta?

Segue o link da matéria:
http://www.unicamp.br/unicamp/ju/663/tese-analisa-viabilidade-de-energia-solar-flutuante

Obrigado e grande abraço a todos.
Albely Lesnau
SustentaLux
(41) 3528-6801

02/08/2016
Usinas solares flutuantes" addthis:description="Alô a todos. Hoje deparei-me com uma reportagem muito interessante no Jornal da Unicamp: Uma tese de Mestrado apresentada estuda a viabilidade de usinas solares fotovoltaicas instaladas sobre as áreas inundadas em represas no Brasil. É interessante notar o número que a pesquisadora achou: se 8% das áreas inundadas for coberta por placas FV, 70% […]">

Problemas em Eólicas Chinesas

Alou a todos.
Li uma notícia interessante no Universo Lambda (http://universolambda.com.br/problemas-nas-eolicas-chinesas/).
O que me chamou a atenção não foi o aumento ENORME do parque gerador eólico da China, mas a “culpa” pelo baixo rendimento do sistema: a qualidade dos equipamentos.
Vai aqui então um alerta com relação aos nossos projetos no Brasil: O que estamos instalando? Como estamos instalando? Qual a qualidade dos equipamentos e do projeto?
A manutenção depois vai ter que assumir os problemas, mas aí a coisa já está feita! E sempre chamo a atenção para a complexidade de manutenção em uma máquina rotativa versus um sistema fotovoltaico. Mais uma razão para que a qualidade de projeto e dos equipamentos instalados seja a melhor possível.
Outro ponto da reportagem era algo que nós, no Brasil, já vivenciamos: a interligação da nova geradora com o sistema elétrico para a distribuição. Mas isso é uma outra (e velha!) história!

Grande abraço a todos!
Albely Lesnau
SustentaLux
(41) 3528-6801

26/07/2016
Problemas em Eólicas Chinesas" addthis:description="Alou a todos. Li uma notícia interessante no Universo Lambda (http://universolambda.com.br/problemas-nas-eolicas-chinesas/). O que me chamou a atenção não foi o aumento ENORME do parque gerador eólico da China, mas a “culpa” pelo baixo rendimento do sistema: a qualidade dos equipamentos. Vai aqui então um alerta com relação aos nossos projetos no Brasil: O que estamos instalando? […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede VII

Alou a todos.
Já conversamos a respeito de inversores e placas fotovoltaicas. Hoje gostaria de conversar  a respeito da proteção elétrica do sistema, e, na próxima semana sobre detalhes de instalação.

Mas o que é a proteção em um sistema fotovoltaico?
Considero a primeira, mas não a principal, o sistema de aterramento dos painéis. Entendo isto ser muito necessário em função de termos elementos metálicos (a estrutura em alumínio dos painéis) expostos ao tempo e normalmente em lugares altos ou em grandes planos, com lados bem angulados. Se não aterrarmos os painéis, estes podem não dissipar à terra a energia de algum raio que atinge os painéis. Um bom sistema de aterramento, então, é essencial para um bom projeto de sistema.

Outra proteção importante é o chaveamento entre as placas e o inversor. Este equipamento é interessante para o caso de necessidade de manutenção no inversor, isolando o sistema gerador do objeto da manutenção.

A mais importante proteção, porém, em meu entender, é o DPS, que é instalado entre as placas e o inversor. Como já vimos anteriormente, o inversor é o coração do sistema, pois é ele quem está em contato com a rede da Concessionária. É de suma importância protegê-lo, pois sem ele o sistema não opera e seu custo proporcional é bem elevado, dentro da composição de custo total. O DPS protegerá o inversor de surtos vindo dos painéis, em função de raios ou outras faltas.

Bem, por hora é isso, e, se desejar, comente ou questione!

Um grande abraço.
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

23/02/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede VII" addthis:description="Alou a todos. Já conversamos a respeito de inversores e placas fotovoltaicas. Hoje gostaria de conversar  a respeito da proteção elétrica do sistema, e, na próxima semana sobre detalhes de instalação. Mas o que é a proteção em um sistema fotovoltaico? Considero a primeira, mas não a principal, o sistema de aterramento dos painéis. Entendo isto […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede VI

Alô a todos!
Nas últimas semanas conversamos um pouco a respeito de sistemas conectados à rede, ou Grid-tie, especialmente a respeito dos inversores. Eles porém, não são o único ponto importante do sistema, apesar de que considero o MAIS importante.
Vamos agora conversar um pouco agora a respeito das placas fotovoltaicas.

As placas fotovoltaicas ou painéis fotovoltaicos são construídas de células fotovoltaicas, compostas (conectadas) de tal maneira que a quantidade de células definem qual a potência final da placa (ou conjunto de células).
As células “transformam” a energia luminosa que incide sobre ela em uma corrente elétrica pelo Efeito Fotovoltaico, efeito este descoberto já nos primórdios da pesquisa sobre semicondutores.

Os painéis fotovoltaicos fornecem uma tensão praticamente constante já com baixa incidência luminosa, e, em função do aumento do iluminamento, a corrente fornecida pelo painel aumenta até o total da capacidade do conjunto de células.
Considera-se então cada painel fotovoltaico como uma fonte de corrente. Isto é interessante devido à dificuldade então de misturarmos painéis com características nominais diferentes em paralelo e mais ainda em série, pois um painel pode estar então dissipando energia e aquecendo em função disso. E o aquecimento pode ser perigoso em função poder provocar incêndios.

Quando então projetar seu sistema, não misture painéis, sejam de marcas diferentes ou mesmo de características diferentes.

Vamos falar mais disso quando detalharmos mais um sistema!

Um grande abraço.
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

15/02/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede VI" addthis:description="Alô a todos! Nas últimas semanas conversamos um pouco a respeito de sistemas conectados à rede, ou Grid-tie, especialmente a respeito dos inversores. Eles porém, não são o único ponto importante do sistema, apesar de que considero o MAIS importante. Vamos agora conversar um pouco agora a respeito das placas fotovoltaicas. As placas fotovoltaicas ou painéis […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede V

Alou!
Vamos continuar hoje falando a respeito dos inversores.
Como falei semana passada, considero este equipamento o “coração” do sistema, mais do que as placas fotovoltaicas, pois é ele quem é conectado à rede da concessionária e irá ditar a qualidade da energia que é entregue à carga e à concessionária.

Mas como escolher o inversor?
As placas fornecem tensões e correntes em CC que variam em função de sua capacidade (potência nominal). Devemos considerar o range de tensão e corrente do inversor, isto é, qual a faixa de tensão e corrente que ele trabalha, e, em função disso, fazermos o arranjo das placas – quantas placas em série e em paralelo teremos para cada entrada (ou para cada MPPT) do inversor.

Vamos a um exemplo:
Um inversor Fronius Galvo 3.0 possui uma saída nominal de 3kW, com range de tensão de 165 a 440Vcc, com corrente máxima de regime de 19,8A.
Uma placa Kyocera de 250Wp tem tensão de saída de 29,8Vcc e corrente de 8,39A.
Podemos instalar então de 6 a 14 placas em série e até 2 conjuntos em paralelo na entrada do inversor.
Temos que prestar atenção se a quantidade em série (para atender o range de tensão) vezes a quantidade em paralelo (range de corrente) não excede a potência máxima permitida pelo inversor.
Vejamos uma escolha possível: 12 placas em série, totalizando (12×29,8V) 357,6Vcc e 8,39A, entregando 3,0kWp no total.
Estaremos utilizando a capacidade nominal do inversor, com uma potência de entrada ainda menor que a máxima admitida.

É fácil fazer uma planilha eletrônica que forneça os valores diretamente, bastando cadastrar os dados das placas e inversores. Mas isto é assunto para uma outra oportunidade.

Não deixe de escrever para comentar ou questionar.

Um grande abraço a todos!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

08/02/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede V" addthis:description="Alou! Vamos continuar hoje falando a respeito dos inversores. Como falei semana passada, considero este equipamento o “coração” do sistema, mais do que as placas fotovoltaicas, pois é ele quem é conectado à rede da concessionária e irá ditar a qualidade da energia que é entregue à carga e à concessionária. Mas como escolher o […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede IV

Alô a todos!
Vamos continuar hoje falando a respeito de sistemas grid-tie, conversando um pouco a respeito dos inversores.

Este equipamento é o coração do sistema, mais do que as placas fotovoltaicas, pois é ele que faz a conexão da energia gerada com a energia da rede, entregando esta energia com, no mínimo, a mesma qualidade que a energia da Concessionária. Isto quer dizer que não deve gerar harmônicos, trabalhar na mesma frequência da rede e não influenciar outros equipamentos conectados à rede elétrica.

Um bom inversor fotovoltaico deve possuir uma entrada do tipo MPPT, isto é, deve buscar o melhor ponto de transferência da potência que recebe para a saída, a rede da Concessionária (é lá que a “carga” do cliente está ligada, afinal é um sistema Grid-tie!). Outra boa dica, é que o inversor possua duas entradas MPPT, pois isto facilita muito a vida do projetista, além de melhorar a modularidade do sistema. Pode ser duplicado com um custo menor, considerando que usou-se somente uma das entradas com metade da potência total nominal do inversor. Sim isto é possível! Se o inversor possuir somente uma entrada, este tipo de modularidade fica bem mais complicada, e por vezes nem é possível.

Alguns bons inversores possuem também transformador de saída, outros não. Isto depende mais do conceito da instalação do que uma característica técnica – salvo alguma aplicação específica em que se deseja um isolamento maior.

Entendo também ser de vital importância a proteção elétrica deste equipamento, em função de seu custo dentro do investimento total versus o relativo baixo custo de uma boa proteção.

Há muitas boas literaturas a respeito de inversores, mas principalmente dos fabricantes, aonde se pode obter todos os dados técnicos para um bom projeto. Mas isto é assunto para a próxima!

Um grande abraço a todos!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

01/02/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede IV" addthis:description="Alô a todos! Vamos continuar hoje falando a respeito de sistemas grid-tie, conversando um pouco a respeito dos inversores. Este equipamento é o coração do sistema, mais do que as placas fotovoltaicas, pois é ele que faz a conexão da energia gerada com a energia da rede, entregando esta energia com, no mínimo, a mesma […]">

Energia Solar no Brasil

Bom dia a todos!
Dando uma parada no assunto anterior – continuaremos no próximo post – em função de uma notícia que recebi e pode ser vista em: http://www.revistaecologica.com/dilma-veta-energias-renovaveis-nao-hidraulicas-no-plano-plurianual/

Infelizmente o discurso de nosso governo não é condizente com suas ações.
Entendo que o investimento em energias renováveis, seja Solar, Biomassa ou Eólica, é de suma importância para o desenvolvimento do país. A cadeia produtiva de energia produz empregos (algo que o País precisa urgentemente!) diretos e indiretos, além de resultar em economia para o consumidor e maior disponibilidade de energia para a indústria. Isto olhando somente a micro geração distribuída, em residências.

Se olharmos a grande geração, com a criação de parques de geração de médio e grande porte, a disponibilidade de energia é ainda maior.

Pena que a administração não olha para o futuro, somente para o resultado imediato. Eu particularmente vejo que falta aos governantes uma visão de longo prazo MUITO mais apurada e consciente.

O que vocês acham?

Um grande e esperançoso (apesar das circunstâncias) abraço!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

25/01/2016
Energia Solar no Brasil" addthis:description="Bom dia a todos! Dando uma parada no assunto anterior – continuaremos no próximo post – em função de uma notícia que recebi e pode ser vista em: http://www.revistaecologica.com/dilma-veta-energias-renovaveis-nao-hidraulicas-no-plano-plurianual/ Infelizmente o discurso de nosso governo não é condizente com suas ações. Entendo que o investimento em energias renováveis, seja Solar, Biomassa ou Eólica, é de suma […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede III

Alô a todos!
Depois de uma pequena ausência, devido a compromissos profissionais, estamos de volta. E agora continuamos nossa conversa a respeito de sistemas Grid-Tie ou Conectados à Rede .

Já falamos a respeito do tripé no qual se baseia o planejamento de um sistema fotovoltaico.
Agora, vamos fazer um pequeno esboço sobre qual a energia será fornecida por um sistema. Vamos lá:

Considerando assumir os seguintes dados como exemplo:
a) Edificação com telhado com área de 100m²
b) Uma das águas da edificação voltada para o norte
c)  Desejo de utilizar placas de 250Wp
d) Utilizar o máximo de geração possível.

Se somente uma das águas é voltada para o norte, a área máxima que podemos utilizar será de 50m². Cada placa de 250W mede aproximadamente 1m x 60cm, isto é, possui 1,7m². Então temos um número máximo de 29 placas. Este é o número máximo, mas assim não haverá espaço para circulação sobre o telhado, o que dificulta a manutenção. Além disso, não estamos considerando as dimensões lineares do telhado, podendo não ser possível instalar todas elas.

Se isso for possível, teremos: 29 placas x 250W/placa = 7.250W

Em uma região com insolação média anual de 4 horas, teremos, em um período de 30 dias:
7.250W x 4h/dia x 30 dias/mês = 870 kWh por mês em geração.

Este é um número médio, pois, ao longo do ano e em função das condições climáticas, esta geração mudará.

O retorno do investimento virá em função da economia no gasto da energia, pois, em média, durante o ano, o cliente pagará 870kWh a menos em sua conta.

Lembro que deverá ser analisada também as condições de sombreamento do telhado, pois qualquer sombra ao longo do dia prejudicará a geração!

Depois, precisaremos escolher o inversor. Mas isso faremos na próxima conversa.

Um grande abraço!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

20/01/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede III" addthis:description="Alô a todos! Depois de uma pequena ausência, devido a compromissos profissionais, estamos de volta. E agora continuamos nossa conversa a respeito de sistemas Grid-Tie ou Conectados à Rede . Já falamos a respeito do tripé no qual se baseia o planejamento de um sistema fotovoltaico. Agora, vamos fazer um pequeno esboço sobre qual a energia será […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede II

Alô a todos!
Na semana passada iniciamos nossa conversa a respeito de sistemas Grid-Tie ou Conectados à Rede (dê uma olhada lá: http://engenharias.net/author/albely/#.VowSHxUrLDc).

O planejamento de um sistema conectado, em minha opinião, deve se basear em um tripé:
a) A área disponível para implantação do sistema,
b) A quantidade de energia gerada desejável, e
c) O valor do investimento a ser realizado.

Como a energia gerada é função da área coberta pelas placas (i.e., a quantidade de placas instaladas) e a quantidade de placas é um dos fatores do valor de investimento bem como quanto de energia será gerada, vemos que estes 3 requisitos, ou melhor, pontos de início de cálculo, estão intimamente interligados.

Quando um cliente busca um projeto para implantação de um sistema, o melhor caminho que entendo é explicar-lhe este tripé, e em função de pelo menos um destes pontos, elaborar o projeto “na medida” para ele. Entendo que não devemos, em nenhuma hipótese, tentar vender ao cliente algo que não o atenderá, seja por não ter área suficiente, ou por gerar muito mais energia que ele consome ou que o investimento a ser feito seja inviável.

Bem, voltaremos a conversar sobre isso na próxima semana!

Um Bom Sol a todos em 2016!
Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

 

05/01/2016
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede II" addthis:description="Alô a todos! Na semana passada iniciamos nossa conversa a respeito de sistemas Grid-Tie ou Conectados à Rede (dê uma olhada lá: http://engenharias.net/author/albely/#.VowSHxUrLDc). O planejamento de um sistema conectado, em minha opinião, deve se basear em um tripé: a) A área disponível para implantação do sistema, b) A quantidade de energia gerada desejável, e c) O […]">

Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede

Alô a todos!

Hoje vamos iniciar as conversas a respeito de sistemas Grid-tie! Esta topologia é a mais aplicável para locais aonde há energia da concessionária.
Como o nome diz, são conectados à rede, isto é, o inversor de tensão recebe a energia em corrente contínua do sistema de placas fotovoltaicas e realiza a “inversão”, isto é, transforma a corrente contínua em corrente alternada. E não usa baterias!

A coisa parece simples, mas não é assim tão fácil. A energia que o inversor joga na rede deve ter a mesma frequência e estar em fase com a energia da concessionária. Deve injetar o mínimo de harmônicas e, segundo a Resolução 482, não pode trabalhar no modo ilha.

Agora, vamos por partes:
Frequência e fase compatíveis: claro, pois deve ser um GERADOR, e não um consumidor de energia. A característica do inversor é trabalhar como uma fonte de corrente que injeta corrente no sistema na mesma tensão e na mesma fase da fornecida pela concessionária.
Modo ilha: Não pode injetar energia se a concessionária falta, pois se assim ocorresse, poderia estar alimentando uma falta e colocando em risco os artífices que iriam realizar a manutenção. Esta característica, repetindo, é uma exigência da legislação, e se o inversor não atender a esta especificação não pode e não deve ser instalado.

Mas como saber qual inversor usar, qual a potência, quantas placas terá o sistema?
Isto iremos tratar nas nossas próximas conversas!

Mas não deixe de compartilhar suas dúvidas, aproveitaremos e as esclareceremos juntos!

Obrigado a todos!
Grande Abraço!

Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

28/12/2015
Sistema Grid-Tie ou Conectado a Rede" addthis:description="Alô a todos! Hoje vamos iniciar as conversas a respeito de sistemas Grid-tie! Esta topologia é a mais aplicável para locais aonde há energia da concessionária. Como o nome diz, são conectados à rede, isto é, o inversor de tensão recebe a energia em corrente contínua do sistema de placas fotovoltaicas e realiza a “inversão”, […]">

Sistema Off-grid – Funcionamento

Alou a todos!

Gostaria hoje de falar um pouco somente a respeito de sistemas Off-Grid, ou Não-conectado à rede.

Este tipo de sistema é muito útil e muito usado em locais aonde não se tem energia elétrica disponível. São normalmente sistemas autônomos, para pequenas cargas, com potência e energia limitadas.
São autônomos pois estão isolados, e não dependem de outra energia além da fornecida pelas placas solares que carregam baterias estacionárias que alimentam a carga. São para pequenas cargas (normalmente) em função das baterias, que devem armazenar energia suficiente para prover a carga nos horários sem geração solar.

Bons exemplos de aplicação destes sistemas são radares fixos em rodovias em locais ermos, pontos de medição de grandezas em locais de difícil instalação de rede elétrica, e outros. Em residências que não são atendidas pela rede elétrica de uma concessionária também são aplicáveis, mas deve-se levar em consideração as cargas que serão atendidas, e a energia consumida para as definições de projeto.

Devemos levar em conta que é um sistema em que o custo por watt instalado é superior a outros tipos de instalação. Quando bem projetados possuem uma autonomia suficiente para atender a carga, e não implica em outras manutenções além da pontual no sistema, o que é muito vantajoso em função de deslocamentos e vistorias em uma linha de energia, por exemplo.

Este sistema é o mais conhecido, pois sempre que me consultam a respeito de sistemas fotovoltaicos, a pergunta que sempre ocorre é “e as baterias?”, independentemente de estarmos falando a respeito de um Grid-tie… mas este é assunto para a próxima!

E se você tiver alguma dúvida ou questionamento, escreva!
Grande abraço a todos!

Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

21/12/2015
Sistema Off-grid – Funcionamento" addthis:description="Alou a todos! Gostaria hoje de falar um pouco somente a respeito de sistemas Off-Grid, ou Não-conectado à rede. Este tipo de sistema é muito útil e muito usado em locais aonde não se tem energia elétrica disponível. São normalmente sistemas autônomos, para pequenas cargas, com potência e energia limitadas. São autônomos pois estão isolados, […]">

Dois tipos de sistemas fotovoltaicos

Alô a todos!
Semana passada nós conversamos rapidamente a respeito do valor de implantação de um sistema fotovoltaico. Hoje eu quero fugir um pouco de custos, e ser mais técnico:

Quais tipos de sistema existem?
Basicamente, existem dois tipos: (a) sistemas isolados e (b) sistemas conectados à rede.

O primeiro, isolado, são aqueles com baterias, que são carregadas por placas fotovoltaicas durante o dia e alimentam as cargas à noite. Precisam ser calculados considerando as perdas do ciclo de carga/descarga das baterias, a perda do inversor e a quantidade de dias sem sol que o sistema deverá suportar. Estes é o tipo de sistema mais conhecido, que tem ainda uma ampla aplicação, principalmente em áreas sem alcance da rede elétrica comum.

O segundo tipo, o conectado à rede ou grid-tie, é o modelo que é mais eficaz, principalmente por não usar baterias e não armazenar energia, isto é, a energia não utilizada pela carga no momento da geração é transferida diretamente à rede da concessionária (o sistema é conectado à ela!). E a concessionária alimenta a carga quando não há geração fotovoltaica. Este sistema é muito mais eficiente, o único ponto de “perda” é o inversor CC/CA, com eficiência em torno de 97%.

Existem também sistemas híbridos, mas aí são projetados caso-a-caso, para atender aplicações bem específicas, em função da complexidade.

E se você tiver alguma dúvida ou questionamento, escreva!
Grande abraço a todos!

Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

14/12/2015
Dois tipos de sistemas fotovoltaicos" addthis:description="Alô a todos! Semana passada nós conversamos rapidamente a respeito do valor de implantação de um sistema fotovoltaico. Hoje eu quero fugir um pouco de custos, e ser mais técnico: Quais tipos de sistema existem? Basicamente, existem dois tipos: (a) sistemas isolados e (b) sistemas conectados à rede. O primeiro, isolado, são aqueles com baterias, […]">

E aí? É caro?

Bom dia a todos!

Muitas pessoas (muitas mesmo!) me perguntam sobre energia solar e as dúvidas são as mais diversas, mas a principal é: É viável? Ou, em outras palavras, “é caro?”.
Claro que o que é caro para uns não é assim tão caro para outros. E também temos que considerar o uso que teremos para o que estamos comprando! Há uma diferença muito grande entre comprar um carro importado alemão – sabem de qual estou falando, não? – e um alemão nacional 1.0, também de origem alemã. Mas ambos são automóveis, e irão nos levar de um local a outro. Temos que considerar o retorno (não somente o financeiro) que teremos.

De qualquer modo, a energia solar ainda é cara, mas é cada dia mais viável sim. A grande vantagem para o mercado residencial é que ela é MODULAR, isto é, podemos investir em um sistema pequeno e irmos crescendo com o aumento do consumo (que irá aumentar, pois cada vez mais usamos mais e mais energia!).

Vamos falar mais sobre isso em breve!
Grande abraço a todos!

Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

 

07/12/2015
E aí? É caro?" addthis:description="Bom dia a todos! Muitas pessoas (muitas mesmo!) me perguntam sobre energia solar e as dúvidas são as mais diversas, mas a principal é: É viável? Ou, em outras palavras, “é caro?”. Claro que o que é caro para uns não é assim tão caro para outros. E também temos que considerar o uso que […]">

Mudanças na resolução ANEEL 482

A ANEEL alterou algumas partes do texto da resolução nº 482 que entrarão em vigor a partir de Março/2016, e é um avanço ainda maior na micro e mini geração.

Se desejar dar uma olhada nas alterações, dê uma olhada no Diário Oficial de 02/dez/2015 ou acesse:
http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=8955&id_area=90

A grande mudança no texto refere-se à possibilidade de geração compartilhada, e que agora pode ser utilizada em condomínios e prédios, compartilhando-se a energia gerada com todos os condôminos. Em meu entendimento, porém, enquanto as concessionárias continuarem recebendo a energia gerada mas revendendo-a cobrando a TUSD e impostos, a viabilidade fica menor!

Outra alteração é que, para geração fotovoltaica, considera-se agora até 5MW como minigeração, e não 1MW como antes. Isto amplia a possibilidade de grandes indústrias (com grandes barracões) aumentarem a geração e melhorarem ainda mais a viabilidade.

Apesar da crise, continuamos a acreditar que a Energia Fotovoltaica tem viabilidade.

Grande abraço a todos e até o próximo!

Albely Lesnau
SustentaLux Engenharia
(41) 3528-6801

 

03/12/2015
Mudanças na resolução ANEEL 482" addthis:description="A ANEEL alterou algumas partes do texto da resolução nº 482 que entrarão em vigor a partir de Março/2016, e é um avanço ainda maior na micro e mini geração. Se desejar dar uma olhada nas alterações, dê uma olhada no Diário Oficial de 02/dez/2015 ou acesse: http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=8955&id_area=90 A grande mudança no texto refere-se à […]">

Reajuste de energia

Bom dia a todos.
As notícias estão cada vez piores. Os consultores e entidades alertam que o reajuste de energia elétrica para 2015 é cada vez maior que se espera.
A última que li é que seria ainda maior: 49% em média Brasil.
Este reajuste é reflexo da ingerência governamental sobre o sistema (leia-se ANEEL).

Entendo que cada vez mais o mercado irá se voltar para a micro e mini geração, e, esperamos, que o limite para a mini geração seja elevado para 3MW (hoje estamos em 1MW), para que as termoelétricas a biomassa sejam mais viáveis, e se possa com isso ampliar-se as ofertas deste sistema para empreendedores que possuam o combustível. Para isso também tem-se que regulamentar a venda da energia destes pequenos produtores.

Vejam só, há soluções, mas infelizmente o Estado atrapalha a Engenharia…

Continuamos na torcida!
Grande abraço a todos!
Albely Lesnau
Geralux Solar

05/02/2015
Reajuste de energia" addthis:description="Bom dia a todos. As notícias estão cada vez piores. Os consultores e entidades alertam que o reajuste de energia elétrica para 2015 é cada vez maior que se espera. A última que li é que seria ainda maior: 49% em média Brasil. Este reajuste é reflexo da ingerência governamental sobre o sistema (leia-se ANEEL). […]">

Preocupação com 2015

Bom dia a todos.
Tenho acompanhado (e abordado) mais as notícias sobre o sistema elétrico em geral do que especificamente os assuntos sobre fotovoltaico devido a atual situação do país.
O sistema elétrico nacional está à beira de um colapso, e ainda não temos um planejamento deste novo governo com relação a este problema.
O que vimos foi uma redução das contas em 2014, com objetivo populista, e agora pagamos o preço por isso. Além da falta de investimentos em novos sistemas de geração, e com o aumento do consumo (é somos um país industrializado em crescimento!) a necessidade das termoelétricas permanecerem gerando no sistema.

Em resumo, em minha opinião, se não for tomada uma providência rapidamente, este ano já teremos (mais) problemas, e em 2016 então, o que faremos? Vamos parar o Brasil?
Temos a opinião que a instalação de grandes usinas fotovoltaicas, bem como o incentivo à micro e mini geração irá diminuir os problemas, pois com uma geração distribuída, não carecendo de investimento direto governamental, diminui-se a carga de consumo. E as usinas, salvo problemas ambientais, são de rápida implantação!

Abraço a todos e boa semana!
Albely Lesnau
Geralux Solar

19/01/2015
Preocupação com 2015" addthis:description="Bom dia a todos. Tenho acompanhado (e abordado) mais as notícias sobre o sistema elétrico em geral do que especificamente os assuntos sobre fotovoltaico devido a atual situação do país. O sistema elétrico nacional está à beira de um colapso, e ainda não temos um planejamento deste novo governo com relação a este problema. O […]">

Leilão de Linhas de Transmissão

Bom dia a todos.
Não gosto de ser alarmista, mas quando um leilão como o que ocorreu dia 09/jan, para a concessão de Linhas de Transmissão no Norte, Nordeste e Sudeste dá um deságio ridículo (menos de 2%) no Nordeste e não tem interessados na região Norte, é de se preocupar. Somente em SP houve interessados (deságio de 32,59%).

O que será que está acontecendo? Falta de confiança? Falta de perspectiva? Desinteresse de empresas?

A conclusão que chego é que as empresas que poderiam estar investindo em LT estão mais propensas a negócios de baixo risco, seja frente ao governo quanto às dificuldades técnicas.

Apesar disso, Boa Semana a todos!
Albely Lesnau
Geralux Solar

12/01/2015
Leilão de Linhas de Transmissão" addthis:description="Bom dia a todos. Não gosto de ser alarmista, mas quando um leilão como o que ocorreu dia 09/jan, para a concessão de Linhas de Transmissão no Norte, Nordeste e Sudeste dá um deságio ridículo (menos de 2%) no Nordeste e não tem interessados na região Norte, é de se preocupar. Somente em SP houve […]">

Fábrica de Painéis Fotovoltaicos

No site do CanalEnergia (http://www.canalenergia.com.br/) saiu ontem a notícia a respeito do financiamento via BNDES de uma fábrica de painéis fotovoltaicos em Alagoas.
A Itaipu também tem um projeto de fabricação de painéis, e o mercado brasileiro espera ansiosamente que estas iniciativas se concretizem e consigamos ter painéis a um preço competitivo dentro do mercado nacional.
Entendo que há dois pontos que precisam ser consolidados para que a Microgeração fotovoltaica seja uma realidade no Brasil: 1º) O custo e 2º) A conscientização.
Com relação ao custo, com a fabricação nacional espera-se que os sistemas fiquem ainda mais viáveis. Agora, a conscientização cabe a nós os técnicos divulgarmos cada vez mais esta alternativa!

Obrigado e Feliz 2015
Albely Lesnau
Geralux Solar

07/01/2015
Fábrica de Painéis Fotovoltaicos" addthis:description="No site do CanalEnergia (http://www.canalenergia.com.br/) saiu ontem a notícia a respeito do financiamento via BNDES de uma fábrica de painéis fotovoltaicos em Alagoas. A Itaipu também tem um projeto de fabricação de painéis, e o mercado brasileiro espera ansiosamente que estas iniciativas se concretizem e consigamos ter painéis a um preço competitivo dentro do mercado […]">
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