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Leila Serpa

 

Produtividade da indústria: o segredo está no ar

A pneumática é a tecnologia que permite a geração e controle do ar comprimido através da utilização de sistemas e componentes pneumáticos para comandar máquinas e equipamentos. É, mundialmente, uma das tecnologias mais utilizadas para a automação dos processos de manufatura, contribuindo para o aumento da produtividade e lucratividade das indústrias ao redor do mundo.

No entanto, se o ar comprimido não for corretamente tratado, contaminantes na linha de ar podem acarretar retrabalho e paradas não planejadas de produção, comprometendo a produtividade da linha ou processo e até mesmo a qualidade dos produtos finais. Com a elevação da pressão e da temperatura do ar decorrentes do processo de compressão, estes contaminantes se tornam ainda mais prejudiciais.

Ao deixar o compressor e circular pela tubulação, o ar comprimido se resfria, levando o vapor de água misturado ao ar a se condensar, ao acúmulo de água e à oxidação da tubulação. O próprio compressor de ar também libera contaminantes, como por exemplo óleo e partículas metálicas resultantes do desgaste de componentes. A combinação de partículas sólidas com água e óleo pode ocasionar uma série de problemas, entre eles a obstrução de orifícios, travamento de válvulas, desgaste prematuro das vedações, erosão dos componentes pneumáticos, imperfeições em processos de pintura, erros de leitura de instrumentos e finalmente a redução da eficiência e produtividade das máquinas e equipamentos.

Solução definitiva
A função dos filtros é retirar do ar os contaminantes sólidos e o aerosol de óleo. Já o secador de ar é necessário para a eliminar o vapor de água. Para se obter um ar realmente livre de contaminantes, filtros e secadores de ar devem ser especificados de forma correta e sua manutenção preventiva (troca de elementos filtrantes, limpeza do condensador e sistema de drenagem) deve ser frequente.

Ampliando a confiabilidade
A escolha do equipamento ideal de purificação do ar comprimido deve ser feita considerando a qualidade do ar, o custo de manutenção e o suporte oferecido pelo fabricante. Somente desta forma a produtividade de sua linha e a qualidade dos seus produtos ficará realmente garantida.

Fonte: Site PARKER
(Por José Mauro de Oliveira e Carlos Leone)

16/05/2013
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Como já diz o ditado, ‘é melhor prevenir do que remediar’

Foi celebrado em 28 de abril o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho. Na mesma data, comemorou-se o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. Não somente nesta data, mas sim em todos os dias, devemos lembrar que, à medida que a economia progride, é fundamental que a segurança e saúde no trabalho se integrem às políticas de emprego e geração de renda. Isto implica na avaliação dos riscos e das medidas de gestão dos empregos.

Um trabalho saudável deve integrar a segurança e a saúde dos colaboradores. Mas, infelizmente, não é o que acontece. De acordo com dados recentes da Organização Internacional do Trabalho – OIT, globalmente, as doenças profissionais são a principal causa de mortes relacionadas ao trabalho. Segundo estimativas do órgão, de um total de 2,34 milhões de acidentes de trabalho fatais a cada ano, apenas 321 mil são provenientes de acidentes. O restante, 2,02 milhões de mortes, são ocasionadas por diferentes tipos de patologias relacionadas à ocupação. Isso equivale a uma média de 5.500 mortes diariamente. O pior é que a maior parte das vítimas é de jovens entre 25 e 29 anos. Isso se deve única e exclusivamente ao descumprimento das normas básicas de proteção aos trabalhadores e as más condições nos ambientes laborais.

No Brasil, segundo a Previdência Social, há uma morte a cada três horas de jornada diária. A OIT assegura que isso representa 1,3 milhão de acidentes por ano com 2,5 mil mortes. Um absurdo! O alto grau de descumprimento das normas de proteção para os funcionários, ou seja, o relaxamento e a falta de punição, coloca o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de países com alto grau de acidentes de trabalho, atrás apenas de China, Estados Unidos e Rússia. Uma vergonha! Vale lembrar que após a criação do Fator Acidentário de Prevenção – FAP houve uma diminuição gradativa do número de acidentes nas empresas, de forma geral. O FAP reduz ou aumenta a alíquota de contribuição previdenciária destinada a custear benefícios decorrentes de acidentes ou doenças do trabalho (as empresas que apresentam menor número de acidentes têm a alíquota reduzida enquanto aquelas que apresentam maior número de acidentes têm a alíquota aumentada). Mesmo assim, ainda estamos muito longe de ser referência nesse assunto.

Neste ano a OIT focou sua campanha na prevenção de doenças ocupacionais. Vale lembrar que essas doenças têm um efeito extremamente negativo para os trabalhadores, suas famílias, para a empresa, e, principalmente, a sociedade como um todo, afinal custos altíssimos são gerados. De modo geral, as empresas não estão investindo como deveriam na prevenção de acidentes de trabalho, nem expondo aos seus funcionários a importância da utilização dos equipamentos para a saúde. É como diz o ditado: “É melhor prevenir do que remediar”. Contudo, a maioria das empresas prefere responder à situação com outro dito popular, que diz: “Depois da casa arrombada é que se coloca tranca”. Sem dúvida, o valor gasto em melhor ias no ambiente de trabalho compensa a perda de uma vida ou um funcionário afastado por motivo de doença. Por mais que se indenize ou pague uma pensão, o dinheiro não substituirá, jamais, a pessoa que morreu ou teve sequelas por causa de um acidente.

A prevenção é de total responsabilidade dos empregadores. Toda empresa deve ter treinamento pessoal, boas condições de trabalho e verificar quais setores estão vulneráveis. Além disso, cada profissão tem sua regulamentação com normas estabelecidas para evitar situações de risco. Os empresários devem se atentar a isso. O call center, por exemplo, deve ter regras para quantidade de intervalos, tudo para evitar lesões por esforços repetitivos. O mesmo vale para o caminhoneiro. Não adianta obrigar o profissional a dirigir por horas a fio e depois ter que conviver com o afastamento do mesmo por causa de um problema na coluna. A regra tem de ser válida para toda cadeia de profissionais. Lembremos que a prevenção é o método mais eficaz e menos oneroso do que o tratamento e o processo de reabilitação.

* Maria Isabel Montañes é advogada da Cone Sul Assessoria Empresarial.

Fonte: Revista InCorporativa – www.incorporativa.com.br

04/05/2013
Como já diz o ditado, ‘é melhor prevenir do que remediar’" addthis:description="Foi celebrado em 28 de abril o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho. Na mesma data, comemorou-se o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. Não somente nesta data, mas sim em todos os dias, devemos lembrar que, à medida que a economia progride, é fundamental que a segurança e […]">

Inovação requer investimento em tecnologia

02/05/2013 – Vinicius Moreira*

Já está mais do que na hora do Brasil deixar de ser só o país do futuro. Mas como avançar na economia global se ainda vivemos da exportação de commodities?

Hoje ocupamos o 58º lugar no ranking dos países mais inovadores do mundo, oito posições abaixo em relação a 2011. Somos a nação que mais caiu entre os membros do BRIC.

A notícia boa é que o Brasil deu os primeiros passos para mudar esse cenário. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) está lançando o e-Patentes, ferramenta que possibilita o protocolo eletrônico de patentes, agilizando o processo de registro e tornando a concorrência nos mercados mais saudável e dinâmica, pois agiliza a concessão de privilégios únicos de exploração de produtos e processos.

A ferramenta desenvolvida pelo INPI terá o processo semelhante ao realizado em papel, mas com facilidades como a possibilidade de realizar o pedido online, de qualquer lugar. Além disso, o tempo de espera para a análise do pedido tende a ser reduzido pela metade. A expectativa é que, dessa forma, as indústrias sintam-se estimuladas a desenvolver novas tecnologias, aumentando o número de registro de patentes no Brasil.

Outra iniciativa que promete fomentar o crescimento da propriedade intelectual é a criação da Câmara de Mediação e Arbitragem de Propriedade Intelectual. Tal câmara é administrada pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), que por sua vez é gerida pela ONU.

Em diversos países do mundo já se utiliza o sistema de arbitragem para resolver questões de propriedade intelectual, ao invés do uso da justiça comum. Os árbitros participantes das câmaras são especializados na matéria e possuem conhecimento técnico para chegar a um acordo entre as partes, o que dificilmente ocorre na justiça.

No Brasil, apenas a Justiça Federal do Rio de Janeiro tem uma vara especializada em propriedade intelectual. Os processos acabam levando cerca de 10 anos para terem uma decisão e, em muitos casos, essas decisões abrem muita discussão de teses, além da elaboração de perícias técnicas demoradas e onerosas.

A utilização da Câmara certamente diminuirá o tempo das discussões, limitando os custos para as partes e evitando que ocorram prejuízos nas relações de consumo.

O cenário atual favorece a inovação no país. É o momento para os empreendedores desenvolverem novos produtos e serviços. O aumento da demanda por soluções criativas e o acesso mais barato a novas tecnologias e a recursos em maior volume são parte desse cenário fértil. De acordo com o INPI, os pedidos de patentes – incluindo estrangeiros e nacionais – cresceram 6% entre 2011 e 2012.

A legislação e o processo atualmente em vigor foram desenvolvidos em 1996, e tinham como principal objetivo combater a pirataria. A modernização do sistema pretende estimular o desenvolvimento de produtos para o mercado.

Embora o investimento brasileiro em inovação venha aumentando, a falta da participação das empresas do país chama a atenção. O papel da indústria é essencial para transformar o conhecimento adquirido em novas tecnologias que podem ser comercializadas, e a obtenção de uma patente é necessária para manter sua competitividade.

Do ponto de vista administrativo, as companhias mais dinâmicas e rentáveis são justamente aquelas que mais inovam. Mesmo com esses benefícios, apenas 5% das patentes registradas em território nacional são de empresas, enquanto 24% são de universidades.

A realidade é que o Brasil não cria tecnologia. Apenas alguns poucos segmentos avançaram nesse campo, como, por exemplo, empresas agrícolas e pecuárias. No entanto, a maior parte de nossas técnicas vem de fora. A área agrícola é a única em que desenvolvemos novidades – em todos os outros setores não há ineditismo nas criações.

A inovação é um dos propulsores da competição, além de uma estratégia que possibilita às empresas conseguirem maiores ganhos e obterem melhor desempenho frente às suas concorrentes.

*Vinicius Moreira é administrador de empresas e diretor da AG Moreira Marcas e Patentes

04/05/2013
Inovação requer investimento em tecnologia" addthis:description="02/05/2013 – Vinicius Moreira* Já está mais do que na hora do Brasil deixar de ser só o país do futuro. Mas como avançar na economia global se ainda vivemos da exportação de commodities? Hoje ocupamos o 58º lugar no ranking dos países mais inovadores do mundo, oito posições abaixo em relação a 2011. Somos a […]">
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